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Créditos
ELIMINATÓRIAS SUL-AMERICANAS
BRASIL DE NILMAR, ATROPELA CHILE
A noite do dia 09/09/09 foi perfeita mais uma vez para os brasileiros e principalmente para Nilmar. Além da Seleção de Dunga ter vencido mais uma, a Argentina perdeu outra e se complicou nas Eliminatórias Sul-americanas. Sem falar que os hermanos ainda viram o Paraguai se classificar.
A goleada manteve a Seleção, já classificada, na primeira colocação, agora com 33 pontos. Enquanto isso, o Chile caiu para o terceiro lugar, com 27 pontos.
No duelo desta noite ficou nítida a falta de Kaká no meio-campo brasileiro, que foi prejudicada pela expulsão infantil de Felipe Melo. Por outro lado, Robinho não fez falta alguma, sem falar que Nilmar resolveu a parada. Agora só falta Dunga perceber isso e deixar Robinho de fora.
Classificado!
Em Assunção, Valdez foi o algoz da Argentina. O time de Maradona não é nem sombra daquela Seleção que já assustou os rivais sul-americanos. Sem padrão e até mesmo sem a famosa garra, a Argentina foi presa fácil para o Paraguai.
A vitória, por 1 a 0, classificou os paraguaios para o Mundial na África do Sul. Com 30 pontos, o Paraguai está na segunda colocação. Enquanto isso, a Argentina caiu para o quinto lugar e com 22 pontos, está na zona da repescagem. Se permanecer nesta colocação, os hermanos disputam uma vaga na Copa do Mundo 2010 com o quarto da Concacaf.
Eu quero a vaga!
Já o Equador não pensa em perder a vaga. A Seleção bateu a Bolívia, por 3 a 1, e ficou com a quarta colocação, com 23 pontos. Edison Mendez, Valencia e Benítez marcaram para o Equador, enquanto Yacerotte fez para os donos da casa. Eliminada, a Bolívia está na penúltima colocação, com apenas 12 pontos.
Suspiro!
O Uruguai passou por poucas e boas, mas conseguiu passar pela Colômbia. A vitória, por 3 a 1, deixou os uruguaios sonhando com a classificação. Com 21 pontos, o Uruguai está em sexto. Já a Colômbia ficou em oito, com 20 pontos, e tem remotas chances de classificação.
Na briga!
Enquanto isso, a Venezuela suou, mas bateu o lanterna Peru, por 3 a 1, e manteve a acesa a chama da classificação. Com dois gols de Fedor e um de Vargas, a Venezuela chegou aos 21 pontos, na sétima colocação. Enquanto isso, os peruanos somam apenas dez pontos.
Confira os resultados desta quarta-feira:
Bolívia 1 x 3 Equador
Uruguai 3 a 1 Colômbia
Paraguai 1 x 0 Argentina
Venezuela 3 x 1 Peru
Brasil 4 x 2 Chile
Futebol Interior
BASQUETE MASCULINO DO BRASIL CONQUISTA A AMÉRICA.
É CAMPEÃO!

Em sua jornada na Copa América, a seleção brasileira já tinha cumprido o objetivo maior de carimbar o passaporte para o Mundial da Turquia, quase sempre seguindo a cartilha do basquete coletivo que a elite mundial pratica hoje em dia. Neste domingo, foi a vez de colocar um ponto de exclamação na campanha e tirar uma espinha da garganta. Após três tombos consecutivos diante de Porto Rico, a equipe de Moncho Monsalve ignorou os 10 mil torcedores que lotaram o Coliseu Roberto Clemente, segurou uma reação feroz do adversário no último quarto e se vingou na hora certa. Com a vitória dramática por 61 a 60, o Brasil tira uma incômoda pedra do sapato e, enfim, espanta o fantasma boricua.
Não permitiu nem mesmo que Ayuso, carrasco dos brasileiros em outros tempos, marcasse mais do que quatro pontos. Leandrinho, sim, conseguiu fazer 24 e terminou como cestinha. O portorriquenho Carlos Arroyo anotou 14 pontos.
Era um triunfo que a seleção verde-amarela perseguia há dois anos. Desde a final do Pan 2007, quando o Brasil venceu os portorriquenhos na Arena da Barra, foram três derrotas em competições oficiais: duas no Pré-Olímpico de Las Vegas e uma na segunda fase da Copa América. O jejum se encerrou justamente quando a torcida caribenha estava pronta para explodir em festa no ginásio lotado. Ficou para a próxima.
A chave da vitória, mais uma vez, foi a defesa. Com uma marcação incansável longe da cesta, os brasileiros minaram a principal arma dos rivais: o chute de três, limitados a 5/21. A incrível reação no quarto período transformou o duelo em um drama, mas no fim quem riu por último foi a equipe verde-amarela.
Como manda o figurino em uma final, a partida começou tensa, com um festival de erros nos dois lados da quadra. Com uma bandeja e um chute de três, Marcelinho Huertas abriu 5 a 0, e Porto Rico levou mais de quatro minutos para pontuar. Quando finalmente conseguiu, equilibrou as ações. O jogo migrou para o garrafão, com Splitter de um lado e Ramos do outro. O Brasil podia ter aberto vantagem cedo, mas errou pelo menos quatro bolas embaixo da cesta. Ramos fez sua segunda falta e deu lugar à segunda torre portorriquenha, o pivô Daniel Santiago. Pois foi Varejão que pontuou duas vezes seguidas, levando a diferença para 19 a 13 ao fim do primeiro quarto.
No segundo período, a seleção verde-amarela manteve seu jogo equilibrado e foi ampliando o marcador. Quando a vantagem chegou a nove, Moncho lançou Marcelinho Machado no lugar de Alex. Leandrinho acertou de três, mandou a vantagem para 12, e o técnico Manolo Cintrón pediu um tempo.
A vantagem brasileira chegou a pular para 16, mas caiu para 11 num chute de Ayuso do meio da rua, levantando a torcida no Coliseu. A pontaria dos boricuas, no entanto, estava torta como ainda não se tinha visto no campeonato. No primeiro tempo, o aproveitamento foi de 2/12 nos tiros de três pontos. Por outro lado, eles tinham cinco rebotes ofensivos, contra nenhum do Brasil, e com isso sempre ganhavam novas chances para pontuar. Resultado: a vantagem caiu para oito no estouro do cronômetro, graças a um tapinha certeiro de Angelo Reyes: 36 a 28.
No terceiro quarto, ao contrário do que aconteceu no jogo da segunda fase, o Brasil manteve a cabeça no lugar. Conseguiu ampliar a vantagem e, na defesa, continuou anulando os chutes de três do rival. Em três tentativas de longa distância, a única que caiu foi a bola espírita de Filberto Rivera. Mesmo marcado e desequilibrado, ele acertou a mira no estouro do cronômetro, cortando a diferença para 50 a 37.
No último quarto, a batalha do Brasil contra a torcida boricua se acirrou. O ginásio quase explodiu quando Guillermo Diaz completou uma ponte aérea com uma enterrada espetacular. De pé, os torcedores gritavam o nome do país sem parar, e dentro da quadra os atletas responderam. Na metade do período, a vantagem caiu para sete pontos. Daniel Santiago enterrava e os fãs respondiam aos berros. Com uma bomba de três de Vassalo, a diferença desabou para quatro, e em seguida para dois. O Coliseu quase veio abaixo.
Ao converter um de dois lances livres, Vassallo cortou a vantagem para um ponto. Em seguida, Leandrinho levou um toco de Santiago a 11 segundos do fim. Arroyo partiu veloz para o ataque e, desequilibrado, chutou de três. A bola bateu caprichosamente no aro, encerrando as esperanças dos donos da casa e abrindo caminho para a festa dos brasileiros. Dentro da quadra, todo elenco pulava e festejava, com champanhe e bandeira do Brasil. A torcida gritava “Puerto Rico”, mas a festa era verde-amarela.
GLOBOESPORTES.OM
FUTEBOL: BRASIL VENCE ARGENTINA
E GARANTE VAGA PARA A PRÓXIMA COPA

Nem mesmo a mudança do tradicional Monumental de Nuñes para o "caldeirão" do Gigante de Arroyito, em Rosário, foi suficiente para reabilitar a Argentina nas Eliminatórias e impedir a classificação antecipada do rival Brasil à Copa do Mundo de 2010. Diante de imensa pressão e provocações que marcaram a semana, a equipe de Dunga ignorou a história ao vencer por 3 a 1 neste sábado, o que representa o primeiro triunfo verde e amarelo nos duelos válidas pelas classificatórias do Mundial.
Ao calar o "alçapão argentino" diante dos maiores rivais, os pentacampeões mundiais e líderes na América do Sul alcançam os 30 pontos em 15 rodadas disputadas e já não podem mais ser ultrapassados por outras quatro equipes, já que a Colômbia, atual quinta colocada, tem dez a menos, restando três jogos para o fim do torneio. Enquanto isso, a Argentina, com 22, ocupa apenas o quarto lugar e vive a ameaça de não ir à África do Sul.
Em seu primeiro duelo fora de Buenos Aires em toda a história das Eliminatórias, a Argentina não manteve o bom retrospecto e viu cair uma escrita de 16 anos exatos. O time vizinho não era derrotado diante de seu torcedor desde o dia 5 de setembro de 1993, quando caiu de forma humilhante para a Colômbia por 5 a 0, com gols do ex-corintiano Rincón e dois do ex-palmeirense Asprilla. Desde então, os argentinos jogaram 34 vezes em casa pelo torneio, com 25 vitórias e nove empates.
Já do lado brasileiro, a histórica vitória em Rosário, além de garantir a vaga no próximo Mundial e o rótulo de única equipe presente em todas as edições da Copa do Mundo, também representa a consagração de Dunga. Contestado no início, o treinador já acumula títulos da Copa América e Copa das Confederações e agora soma dez vitórias consecutivas. Nos clássicos contra Argentina em solo inimigo, não sabia o que era vencer o rival em jogos oficiais há 33 anos (três derrotas e um empate).
Com a bola rolando, os brasileiros deixaram a pressão apenas do lado de fora e mostraram muita frieza para segurar o ímpeto inicial dos argentinos. A provocação rival pôde ser notada com poucos segundos, aos gritos de "olé" quando a equipe da casa tocava a bola. Porém, a estratégia de segurar os primeiros minutos mostrou resultado aos 23min, momento em que Elano bateu falta para a área e o zagueiro Luisão subiu sozinho para escorar para as redes.
O gol serviu para esfriar os ânimos argentinos e deixou o Brasil ainda mais tranquilo em campo. Com a mesma postura, a estratégia de manter a frieza e fugir da famosa "catimba" rival, a Seleção voltou às redes em nova bola parada e outra falha. Apenas seis minutos depois, depois de falta batida pelo mesmo Elano e cruzamento de Kaká, Maicon pegou a sobra e exigiu boa defesa de Andújar. Na sobra, Luís Fabiano só escorou para as redes.
A surpreendente vantagem no placar logo no início fez até com que a torcida brasileira se soltasse em Rosário e devolvesse a provocação dos últimos dias com gritos de "Maradona é nosso rei". Enquanto isso, os fãs argentinos demonstravam irritação e começaram a criticar alguns nomes do elenco, principalmente a fragilidade defensiva da equipe. No ataque, quando Messi e Tevez conseguiram sair da forte marcação verde e amarela, pararam na presença do goleiro Júlio César, grande figura na partida.
Nos últimos 45 minutos, a tranquilidade brasileira foi abalada com um início de reação argentina, que voltou com Agüero no lugar de Maxi Rodríguez e cedeu aos pedidos da torcida por um triângulo ofensivo. Com a nova formação, aos 19min, depois de esboçar uma pressão nos primeiros lances após o intervalo, Dátolo encontrou liberdade em uma das raras vezes e acertou chute de fora da área, sem dar chances de defesa para o camisa um de Dunga, renovando as esperanças nas arquibancadas.
No entanto, os brasileiros nem tiveram tempo para se assustar e novamente silenciaram o "caldeirão" de Rosário. Apenas dois minutos depois do golpe, em jogada individual de Kaká, a Seleção selou a vitória ao chegar no terceiro gol. O camisa dez verde e amarelo carregou pelo meio e acionou Luís Fabiano em velocidade. O artilheiro das Eliminatórias mostrou frieza para tocar com categoria na saída de Andújar, anotar seu 11º gol nas últimas dez partidas e confirmar o fim do jejum em terras argentinas.

COPA AMÉRICA DE BASQUETE
BRASIL PASSA PELO CANADÁ E ESTÁ NA FINAL

FOTO GLOBO ESPORTES.COM
A Seleção Brasileira de basquete está na final da Copa América/Pré-Mundial de San Juan, Porto Rico. Neste sábado, o time derrotou o Canadá por 73 a 65 e agora volta a encarar os donos da casa, que venceram os argentinos por 85 a 80 na outra semifinal.
O primeiro quarto da partida foi bastante disputado. A forte marcação canadense dificultou o trabalho dos armadores brasileiros, que não conseguiam criar muitas jogadas ofensivas. Assim, o período chegou ao final com o placar empatado por 17 a 17. Ainda de forma tímida, o Brasil começou a construir sua vantagem no segundo quarto. Com a defesa mais rigorosa, o time foi para o intervalo vencendo por 28 a 27. Mas foi no terceiro quarto de partida que a seleção comandada pelo técnico Moncho Monsalve mostrou seu melhor jogo. Apostando na velocidade de Leandrinho e Marcelinho, a equipe venceu sem dificuldades e foi para o último período de jogo com uma boa vantagem no placar: 54 a 40. Liderando o jogo por uma boa margem de pontos, o Brasil não teve problemas para administrar o resultado. A queda na diferença no placar aconteceu apenas nos últimos minutos, quando Moncho Monsalve optou por retirar o time titular de quadra e deixar apenas os reservas atuando. | |
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